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30 outubro 2016

Nova descoberta apoia reivindicação de Israel sobre Jerusalém


Arqueólogo mostra papiro com lupa em Jerusalém, dia 26/10/2016
Jerusalém: para o governo de Israel, o papiro é uma refutação à Unesco (Ammar Awad/Reuters)

Jerusalém – Arqueólogos israelenses trouxeram a público um fragmento de um texto antigo que dizem ser a mais antiga referência a Jerusalém em hebreu fora da Bíblia –uma descoberta que o governo rapidamente listou como prova da conexão judia com a cidade sagrada.
O pedaço de papiro de 11 por 2,5 centímetros, que a Autoridade de Antiguidades de Israel estimou ser do século 7 a.C., foi apresentado em uma coletiva de imprensa em Jerusalém pouco depois de a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), que tem sede em Paris, adotar uma resolução que Israel diz negar os laços do judaísmo com a antiga metrópole.
Duas linhas de escrita hebraica antiga no artefato frágil e desbotado dão a entender que ele era parte de um documento que detalhava o pagamento de impostos ou de transferência de bens para armazéns de Jerusalém.
“Da criada do rei, de Na’arat, jarros de vinho, para Jerusalém”, diz.
A Autoridade de Antiguidades disse que seus investigadores recuperaram o documento, descrito como “a fonte extrabíblica mais antiga a mencionar Jerusalém em escrita hebraica”, depois de ele ser saqueado de uma caverna por ladrões de antiguidades.
Para o governo de Israel, o papiro é uma refutação à Unesco, que muitos israelenses veem como hostil. Membros árabes da entidade e seus apoiadores criticam o Estado judeu com frequência.
“Ei Unesco, um papiro antigo da época do 1º Templo, 2.700 anos atrás, foi encontrado. Ele traz a menção mais antiga que se conhece de Jerusalém em hebreu”, escreveu Ofir Gendelman, porta-voz do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, no Twitter.
Emmanuel Nahshon, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores israelense, classificou a votação do Comitê de Patrimônio Mundial da Unesco nesta quarta-feira na capital francesa de “uma porcaria”.
A resolução, de acordo com um texto fornecido por autoridades palestinas, se refere a um complexo em Jerusalém — reverenciado pelos judeus como Monte do Templo e pelos muçulmanos como Haram al-Sharif (Santuário Nobre)– somente como “local sagrado de culto muçulmano”.
Israel considera Jerusalém inteira sua capital, uma posição que não tem reconhecimento internacional. Os palestinos querem Jerusalém Oriental como capital de um Estado independente que almejam criar na Cisjordânia e na Faixa de Gaza.
“A descoberta do papiro no qual o nome de nossa capital Jerusalém está escrito é um indício tangível adicional de que Jerusalém foi e continuará sendo a capital eterna do povo judeu”, afirmou a ministra da Cultura israelense, Miri Regev, em comentários incluídos no anúncio da Autoridade de Antiguidades sobre o achado.
Saeb Erekat, secretário-geral da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), acusou Israel de realizar uma campanha de “reivindicações arqueológicas e de distorção dos fatos” para tentar fortalecer sua pretensão à cidade milenar.

Nuvens estranhas e Trombetas em Jerusalém

1ª Co 15:52 Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados.
A vinda de Cristo e a glorificação da Igreja não se dará nem antes nem depois da última trombeta, mas ante a última trombeta [no momento em que soar a última trombeta].
Uma coisa importante de ressaltar é que ninguém mais filmou esse fenômeno. Com tantas câmeras e samartphones  atualmente na mão do povo, ninguém mais flagrou esse estranho círculo nos céus de Jerusalém. Nenhum jornal local publicou nada a respeito… Nada!!!
Quando um fenômeno é avistado nos céus, muita gente acaba filmando e publicando nas redes sociais. 
O vídeo que mostra um círculo nos céus de Jerusalém e que estaria anunciando o fim dos tempos possui todas as características de um vídeo forjado e surgiu no canal de um especialista em efeitos especiais e vídeos virais! Apesar do dono do canal não admitir ser o criador do vídeo, todos os youtubers apontam para ele!

21 outubro 2016

Confusão - Voto brasileiro contra Israel teve “protesto”, mas não foi mudado

Resultado de imagem para temer unescoO trabalho da UNESCO, órgãos das Nações Unidas Para a Educação, a Ciência e a Cultura, é realizado após sessões deliberativas, onde são feitas votações. Em seguida, as decisões são passadas para a mesa diretora, que oficializa tudo através de documentos. Assemelha-se ao funcionamento da Câmara, onde projetos de lei precisam primeiro passar por Comissões antes de ser oficializados.
Desde a 199º sessão – realizada em abril – havia um impasse em relação ao Monte do Templo, em Jerusalém. Na ocasião, foi debatido os direitos pelo patrimônio cultural nos territórios conquistados por Israel na Guerra dos Seis Dias. O texto, que era abertamente pró-palestinos, foi aprovado por 33 votos a favor (incluindo o do Brasil). Houve ainda dezessete abstenções e duas ausências.
Quando Michel Temer ainda era presidente interino, em julho, determinou que o Brasil revisse o voto, posicionando-se contrário. A França também acabou fazendo o mesmo. Contudo, uma nova reunião do Conselho Executivo, em 13 de outubro, o assunto voltou a ser tratado de forma mais incisiva, onde a ONU simplesmente não reconhecia qualquer ligação dos judeus com o Monte do Templo, subscrevendo as alegações palestinas de Israel como “força ocupadora” de Jerusalém.
Chamado apenas de Esplanada das Mesquitas, em virtude de uma herança histórica, a Jordânia continuará administrando o local, mas Israel controla seus acessos.
Itamaraty deu um passo atrás e voltou a se posicionar contra Israel, embora tivesse reservas quanto a linguagem usada. “O fato de que a decisão não faz referência expressa aos históricos laços do povo judeu a Jerusalém, particularmente ao Muro das Lamentações, o local mais sagrado do judaísmo, é um erro, o que torna o texto parcial e desequilibrado”, afirmou o Ministério das Relações Exteriores, comandado por José Serra.
Nesta terça-feira, 18, a resolução foi encaminhada para a diretoria da UNESCO, que adotou formalmente a resolução sobre Jerusalém Oriental, proposta por Argélia, Egito, Líbano, Marrocos, Omã, Catar e Sudão. O texto final foi aprovado pela assembleia plenária, da organização, em sua sede em Paris.
Como nenhum dos Estados membros do Conselho, pediu a reabertura do debate o texto foi confirmado sem a necessidade de uma nova votação, explicou um porta-voz da UNESCO. Apenas o México reviu o voto e posicionou-se contra. Como resultado, Israel anunciou a suspensão de sua cooperação com a Unesco, em sinal de protesto.
Já o Hamas classificou a votação como uma “vitória para o povo palestino”. O grupo terrorista diz que a decisão ONU “demole ficções israelenses” e “prova que o lugar santo é puramente islâmico”. A Autoridade Palestina também comemorou a decisão da UNESCO, ressaltando que organização condena Israel, classificando-o como “a potência ocupante” de Jerusalém, terceiro lugar mais importante na teologia muçulmana – atrás de Meca e Medina, na Arábia Saudita.
Lembrou que o ONU condenou as “violações” do estado judeu, que incluem escavações arqueológicas ao redor dos locais religiosos.
Eles veem isso como mais um passo na direção do reconhecimento da Palestina como Estado independente, o que forçaria Israel a entregar o controle de Jerusalém Ocidental definitivamente para os palestinos.
O embaixador de Israel na UNESCO, Carmel Shama-Hacohen, afirmou que somente o México mudou seu voto entre quinta (13) e terça-feira (18), preferindo a abstenção. Mas não foi capaz de impedir “a maioria automática apreciada obtida pelos palestinos e países árabes”, pois o resultado final foram 24 votos a favor, seis contra e 29 abstenções.
Ele também elogiou o Brasil por expressar reservas sobre a linguagem usada na resolução, apesar de Brasília não ter mudado o seu voto. “Esperamos que essas reservas façam com que seja mais difícil para o Brasil apoiar esses movimentos no futuro”, desabafa Hacohen.

Ameaças de morte

A diretora-geral da Unesco, Irina Bokova, havia expressado reservas pessoais antes da aprovação da resolução: “o patrimônio de Jerusalém é indivisível, e cada uma de suas comunidades tem o direito de reconhecimento explícito de sua história e de seu vínculo com a cidade”.
Após este comunicado, Bokova foi ameaçada de morte, mas não quis comentar o caso. Shama, emabaixador de Israel na UNESCO foi quem divulgou o caso em um programa de rádio. “A diretora-geral recebeu ameaças de morte e sua proteção teve que ser reforçada”, afirmou, acusando os países árabes de manter uma “conduta chocante” nos debates.
Michael Worbs, representante da Alemanha que iria presidir o Conselho da UNESCO na terça, também expressou oposição aos termos usados no documento e tentou adiar a reunião que ratificaria a decisão. Ele pediu que fosse feito um debate mais aprofundado para possíveis mudanças no texto da resolução.
Uma manobra de um grupo de representantes  árabes fizeram uma forte pressão sobre Worbs, que, em seguida, afirmou que não iria presidir a reunião final.  A imprensa noticiou que ele também foi ameaçado de morte, mas ele preferiu não comentar. Acabou sendo substituído pela embaixadora sueca Annika Markovic, que era favorável aos palestinos.
AUTOR Jarbas Aragão 

Maldição?

Silas Anastácio, do ministério Davar, especializado no estudo da as profecias bíblicas, acredita que o Brasil trilha um caminho perigoso, pois Temer foi apoiado por muitos pastores e pela maioria da bancada evangélica. “Mesmo assim, nossos país apoiou o texto árabe a favor do islamismo. A ONU está cada vez mais influenciada pelo Islã. Se cala sobre o genocídio de cristãos no Oriente Médio mas vai contra Israel e uma tradição de milhares de anos?  O governo Temer repete os mesmos erros do governo Dilma”, afirma o estudioso.
“A literalidade das Escrituras deixa claro que qualquer nação da terra que se colocar contra Israel, o povo judeu e Jerusalém trará sobre si maldições terríveis, resultando ao colapso econômico, social e político”, dispara.
No ano passado, o Conselho Apostólico Brasileiro, que reúne líderes de várias denominações, fez uma campanha nacional de oração por conta da postura “anti-Israel” do país.
Foram até o Itamaraty, apresentar a Mauro Vieira, Ministro das Relações Exteriores do governo Dilma, um abaixo assinado de milhares de cristãos que manifestavam “repúdio à posição belicosa do nosso governo”. Pediram perdão ao representante do governo Israelense pela postura do governo brasileiro, “notadamente aliado ao pensamento terrorista do Hamas, Hezbolah, ao Irã e outros que concordarem com o extermínio dos judeus”.
Os membros do Conselho apostólico alertaram que o não reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel e o apoio, inclusive financeiro, do PT aos palestinos traria uma maldição sobre a pátria.
“Nossos governantes estão chamando o Juízo de Deus contra si mesmos e contra a nação toda! Malditos serão aqueles que amaldiçoarem a Israel. Nossa posição como Apóstolos e como uma voz profética a esta nação é dizer: Isso está errado!”, assegurou ao Gospel Prime o apóstolo Paulo de Tarso Cavalcante Fernandes, membro do Conselho.
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18 outubro 2016